Um possível caso de assédio sexual na Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico de Araçatuba (SP) está dando o que falar na Prefeitura e em vários grupos de WhatsApp. Um ocupante de cargo comissionado, importado de uma cidade vizinha, teria assediado uma menor aprendiz de 16 anos.
Olhares e mensagem
O caso teria acontecido nas dependências da Secretaria. O homem não teria tocado na adolescente, mas teria se aproximado, constrangendo-a com os olhares direcionados a ela. Na sequência, ele enviou uma mensagem no Instagram dela, causando mais constrangimento.
Prefeito ciente
O prefeito Lucas Zanatta (PL), que estava em Brasília (DF), teria tomado conhecimento do caso por meio de um político que foi procurado por familiares da menina, que relataram o ocorrido e pediram providências.
Puxão de orelha
O que veio a seguir foi um “puxão de orelha” dado por um superior hierárquico do comissionado suspeito do assédio. A menina teria sido levada à Corregedoria para dar a sua versão dos fatos.
Futuro incerto
Não se sabe, ainda, se o homem será mantido no cargo, se será transferido para outra secretaria ou se será exonerado da Prefeitura de vez. O que se sabe é que ele teria sido indicado por uma pessoa bem próxima do prefeito e que seu curriculo foi aprovado para o ocupar o cargo no Desenvolvimento Econômico.
Fanfarra e Banda Municipal
A Secretaria Municipal de Cultura de Araçatuba tem mais uma batata quente nas mãos. Depois de pegar um patrimônio histórico ruindo, haja vista as condições do Centro Cultural Ferroviário e do Museu Histórico e Pedagógico Marechal Cândido Rondon, agora terá de resolver problemas relacionados à Fanfarra e à Banda Municipal Bruno Zago, dois símbolos da música araçatubense que alegram os eventos da cidade e geram renda para dezenas de músicos.
Irregularidades
O problema, segundo a Prefeitura, está na forma como vinham sendo feitos os pagamentos, que estariam irregulares conforme a legislação prevista. Na semana que passou, a Procuradoria do município aconselhou a suspensão dos pagamentos. Cabe, agora, encontrar um meio jurídico legal para que as duas corporações possam continuar em atividade. O que causa estranheza é que só agora isto é colocado em pauta. Ninguém tinha se atentado para isso antes, em governos anteriores?