Medicamentos ficam até 5,06% mais caros a partir desta segunda-feira

Reajuste varia de 2,60% a 5,06%, a depender da categoria de concorrência no mercado.
Arquivo/Agência Brasil
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Os medicamentos comercializados no Brasil ficam até 5,06% mais caros a partir desta segunda-feira, 31 de março, conforme resolução da Câmara de Regulação de Medicamentos (CMED), publicada no Diário Oficial da União.

O aumento segue a lei n° 10.742, de 2003, que prevê o modelo para reajuste anual desses preços máximos, considerando aspectos como inflação, concorrência e impactos nos custos de produção.

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a legislação prevê um reajuste anual do teto de preços com o objetivo de proteger os consumidores de aumentos abusivos, garantir o acesso a medicamentos e preservar o poder aquisitivo da população.

Ao mesmo tempo, o cálculo estabelecido na lei busca compensar eventuais perdas do setor farmacêutico devido à inflação e aos impactos nos custos de produção, possibilitando a continuidade no fornecimento de medicamentos.

A Resolução da CMED autoriza o reajuste, estabelecendo três níveis, conforme categorias de concorrência no mercado. São elas:

  • – Nível 1:  5,06% para medicamentos com concorrência.  
  • – Nível 2:  3,83% para medicamentos de média concorrência.
  • – Nivel 3: 2,60% para medicamentos de pouca ou nenhuma concorrência.

Lista de medicamentos

A farmácia não pode vender o medicamento por um valor maior do que o seu preço máximo. A lista com os preços máximos que podem ser cobrados por cada produto fica disponível no site da Anvisa e é atualizada mensalmente.

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