O Tribunal do Júri de Birigui condenou, nesta terça-feira (26), o empresário Paulo Cesar Machado a sete anos de prisão em regime semiaberto, além do pagamento de multa. Ele foi considerado culpado pelos crimes de homicídio simples e ocultação de cadáver.
O caso remonta a 28 de outubro de 2022, quando Rafael da Silva Cardozo foi morto após uma discussão com Machado. O corpo da vítima foi abandonado em um canavial às margens da rodovia SP-461, na zona rural do município.
Durante o julgamento, o réu preferiu não responder às perguntas sobre a ocultação do corpo, o que gerou tensão no plenário e embates entre acusação e defesa. A promotoria foi representada pelo Ministério Público, enquanto a defesa coube ao advogado Elber Carvalho, que comemorou a decisão por não incluir qualificadoras no homicídio.
Na sentença, a juíza Moema Moreira Ponce Larcerda aplicou seis anos de reclusão pelo homicídio simples e um ano pelo crime de ocultação de cadáver, somando sete anos em concurso material.
A determinação judicial prevê a execução imediata da pena, conforme resolução da Corregedoria-Geral da Justiça de São Paulo. Familiares da vítima acompanharam o julgamento, enquanto a esposa do réu optou por não estar presente.