Polícia investiga suspeita de violência sexual contra menina de 12 anos

A mãe verificou o celular da filha e encontrou conversas com um homem identificado apenas como Victor.
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Uma menina de 12 anos relatou à mãe que manteve relação sexual com um homem que conheceu por meio do Instagram, após sair de casa sem autorização no dia 5 de setembro, em Araçatuba (SP). O caso foi registrado na DDM (Delegacia de Defesa da Mulher). 

Segundo o boletim de ocorrência, a mãe compareceu à unidade policial e informou que havia descoberto que a filha tinha saído de casa sem sua autorização no dia 5. Na ocasião, a adolescente teria dito que havia saído apenas para dar uma volta.

Ainda conforme o registro, uma prima da adolescente informou à mãe que a menina mantinha um perfil no Instagram que era desconhecido pela família e acessado pelo celular de uma amiga. A mãe então verificou o perfil e encontrou conversas com um homem identificado apenas como Victor.

De acordo com o relato, o homem teria informado à adolescente que tinha 20 anos. A família, entretanto, não possui outras informações sobre a identidade ou localização dele.

Durante a análise das mensagens, a mãe encontrou uma conversa na qual o homem perguntava à menina se havia machucado a adolescente. Questionada novamente, a garota teria contado que saiu com o rapaz no dia 5 de setembro e que houve uma tentativa de relação sexual.

O local indicado pela adolescente fica nos fundos do Recinto de Exposições Clibas de Almeida Prado, ao lado do Sítio Escola, em Araçatuba.

Assustada com o relato, a mãe acionou a Polícia Militar e foi conduzida com a filha até a delegacia para o registro da ocorrência e as providências necessárias.

A Polícia Civil recebeu prints das conversas mantidas pelo perfil utilizado pelo homem, que poderão auxiliar na identificação do suspeito. Também foi requisitado exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML).

Segundo a mãe, o exame realizado nesta sexta-feira (11) não constatou penetração vaginal nem rompimento do hímen.

O caso segue sob apuração da Polícia Civil. A identidade da adolescente foi preservada em respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

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