Segundo a investigação, a vítima havia anunciado o próprio veículo para venda quando foi procurada por um homem de 29 anos. Ele teria proposto trocar o automóvel por um terreno localizado em Glicério, afirmando ser o proprietário do imóvel.
Convencida pela proposta, a vítima entregou o veículo ao investigado. Após receber o automóvel, porém, o homem teria passado a evitar a entrega da documentação do terreno. A vítima então procurou informações sobre o imóvel e descobriu que ele nunca havia pertencido ao investigado.
A partir das diligências, a Polícia Civil identificou outros possíveis casos com características semelhantes. Ao menos 11 novas vítimas foram localizadas em diferentes cidades do Estado de São Paulo, indicando, segundo os investigadores, que a negociação envolvendo o terreno não seria um episódio isolado.
A investigação reuniu depoimentos, documentos obtidos em Cartórios de Registro de Imóveis, registros de conversas e prints de negociações, além de campanas realizadas pelos policiais.
Diante dos elementos levantados e da existência de novos registros de ocorrências, inclusive um registrado em 23 de agosto, a Polícia Civil representou à Justiça pela prisão preventiva do investigado e pela expedição de mandados de busca e apreensão. Os pedidos, no entanto, foram indeferidos pelo Poder Judiciário.
O investigado foi intimado a prestar depoimento e negou as acusações.
Ao término da investigação, I.A.S. foi indiciado por estelionato, previsto no artigo 171 do Código Penal. O inquérito foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário.
A Polícia Civil de Glicério segue acompanhando o caso e os desdobramentos judiciais.
A Polícia Civil de Glicério concluiu uma investigação sobre um esquema de estelionato envolvendo falsas negociações de terrenos e automóveis. O caso teve início após uma vítima registrar um Boletim de Ocorrência, em 29 de julho de 2026, relatando ter sido enganada durante uma negociação iniciada pelo Facebook Marketplace.
Segundo a investigação, a vítima havia anunciado o próprio veículo para venda quando foi procurada por um homem de 29 anos. Ele teria proposto trocar o automóvel por um terreno localizado em Glicério, afirmando ser o proprietário do imóvel.
Convencida pela proposta, a vítima entregou o veículo ao investigado. Após receber o automóvel, porém, o homem teria passado a evitar a entrega da documentação do terreno. A vítima então procurou informações sobre o imóvel e descobriu que ele nunca havia pertencido ao investigado.
A partir das diligências, a Polícia Civil identificou outros possíveis casos com características semelhantes. Ao menos 11 novas vítimas foram localizadas em diferentes cidades do Estado de São Paulo, indicando, segundo os investigadores, que a negociação envolvendo o terreno não seria um episódio isolado.
A investigação reuniu depoimentos, documentos obtidos em Cartórios de Registro de Imóveis, registros de conversas e prints de negociações, além de campanas realizadas pelos policiais.
Diante dos elementos levantados e da existência de novos registros de ocorrências, inclusive um registrado em 23 de agosto, a Polícia Civil representou à Justiça pela prisão preventiva do investigado e pela expedição de mandados de busca e apreensão. Os pedidos, no entanto, foram indeferidos pelo Poder Judiciário.
O investigado foi intimado a prestar depoimento e negou as acusações.
Ao término da investigação, I.A.S. foi indiciado por estelionato, previsto no artigo 171 do Código Penal. O inquérito foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário.
A Polícia Civil de Glicério segue acompanhando o caso e os desdobramentos judiciais.