Polícia vai investigar furto de celular de homem morto por GCM em Araçatuba

O registro foi feito pela irmã da vítima, uma mulher de 58 anos, que compareceu à delegacia na tarde de quarta-feira.
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A Polícia Civil de Araçatuba investiga o desaparecimento do aparelho celular de José Roberto Nunes, de 55 anos, morto a tiros na manhã de terça-feira (4), ao lado de uma agência bancária, na região central da cidade. O registro foi feito pela irmã da vítima, uma mulher de 58 anos, que compareceu à delegacia na tarde de quarta-feira (5) para comunicar o furto do aparelho.

Segundo o boletim de ocorrência, o celular não foi localizado após o crime. O caso foi registrado como furto e será apurado em conjunto com o inquérito que investiga o homicídio, já que o aparelho pode conter informações relevantes para esclarecer a motivação e a dinâmica dos fatos.

A principal linha de investigação aponta que o assassinato teria sido motivado por uma disputa por um terreno. Conforme apurado pela reportagem, José Roberto Nunes era filho da madrasta do guarda civil municipal (GCM), de 60 anos, preso pelo crime, e o conflito familiar teria evoluído para o homicídio.

Na manhã de quarta-feira (5), a Justiça decretou a prisão preventiva do investigado durante audiência de custódia. Ele permaneceu preso, mas até o momento não foi divulgada oficialmente a unidade prisional para onde foi encaminhado. Conforme apurado, o guarda municipal foi transferido para o CDP (Centro de Detenção Provisória) de Lavínia. 

O crime aconteceu ao lado de uma agência bancária. José Roberto foi atingido por dois disparos de arma de fogo. Ele chegou a ser socorrido e levado à Santa Casa de Araçatuba, porém já deu entrada na unidade sem vida.

Após os disparos, o GCM, que estava de folga, foi apresentado na Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Araçatuba, onde prestou depoimento. A arma utilizada no crime foi apreendida e encaminhada para perícia.

Agora, além de esclarecer as circunstâncias do homicídio, a Polícia Civil também busca identificar o que aconteceu com o celular da vítima e se o desaparecimento do aparelho tem relação direta com o assassinato. O caso segue sob investigação.

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